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sábado, 7 de agosto de 2010

Emoção, sentimento ou estado?


AMOR. Até hoje ninguém conseguiu explicar tal fenômeno. Existem milhões de formas diferentes de amor, de se amar e de ser amado.
Como explicar algo que não tem inicio ou fim? Estou aqui falando de amor. Não existe meio termo, amar mais ou amar menos. Amor é amor em qualquer circunstância. Falo do amor verdadeiro, do amor que se deve ser honrado, do mesmo que esta sendo esquecido.
Cada vez mais as pessoas confundem amor com carinho, admiração. Não as culpo, até porque é difícil não cometer tal gafe. Mas em teoria, as pessoas estão banalizando tanto esse sentimento. Um sentimento tão puro e verdadeiro que chega a ser um pecado torná-lo comum.
O que é o amor? A partir de que momento pode se afirmar que se ama alguém? Tantos e tantos séculos de mudanças e evoluções e o ser humano jamais pode explicar ou foi capaz de entendê-lo.
O quanto é físico e o quanto está na mente? O quão duradouro pode ser tal emoção? Alias, amor é mesmo emoção? É sentimento? É estado?
O amor pode acabar? Quando não existe mais amor, o que sobra? O quanto é acidente e o quanto é destino? Existe uma idade certa para se amar? É preciso ter conhecimento e maturidade?
Porque casais perfeitos podem se desintegrar e os mais opostos progredirem?
Existe regra? Se sim, existe exceções? Todos conhecem o amor durante uma vida pelo menos, ou muitos partem sem apreciá-lo? Existe diferença entre amor de mãe/pai, de irmão e de casal? Ou amor é amor de qualquer jeito e em todo lugar?
Não sei as respostas nem um pouco mais que qualquer um. O amor é tão abstrato, tão impossível e pouco provável que pode parecer inalcançável. Talvez seja por isso que muitos desistem de encontrá-lo. O amor nem sempre dá certo. Mas deve existir um motivo de todos quererem tanto isso. O que mais posso dizer? O amor está onde está. E repito o que ouvi diversas vezes: provavelmente essa seja a realidade mais próxima que temos da magia.

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